Piloto nacional

O piloto português é de âmbito nacional – Portugal Continental. O serviço epSOS estará disponível em todas as instituições de saúde do Serviço Nacional de Saúde (SNS), para os profissionais de saúde registados. Portugal desenvolveu o serviço Resumo Clínico, nos papéis de «emissor» (país A) ou «receptor» (país B) de informação.

Isto significa que se estiver num país europeu com serviço epSOS, Resumo Clínico, e necessitar de cuidados de saúde, o médico que o estiver a atender, pode aceder à sua informação, disponível a partir de Portugal, mediante o cumprimento dos requisitos de segurança previstos. Por outro lado, se um cidadão estrangeiro, com Resumo Clínico epSOS no seu país, estiver em Portugal e necessitar de cuidados de saúde, o profissional de saúde (médico ou enfermeiro) pode aceder aos seus dados.

A informação acedida através do serviço epSOS baseia-se no Resumo Clínico Único do Utente (RCU2), disponível através da Plataforma de Dados da Saúde (PDS), a plataforma desenvolvida para partilha do registo de saúde eletrónico, a nível nacional, entre os profissionais de saúde.

 

Opens internal link in current windowInstituições com RCU2 disponível em Portugal

 

Se o seu Centro de Saúde/USF, faz parte da lista anterior consulte o seu Médico de Família, peça-lhe para validar o seu Resumo Clínico e, através do Portal do Utente (área “Minha saúde”), autorize o acesso aos seus dados, pelos profissionais de saúde devidamente autenticados.

 

Previna-se e garanta que a sua informação de saúde, o acompanha quando se deslocar ao estrangeiro!

 

Prevê-se que durante o segundo semestre de 2013, o serviço Resumo Clínico seja expandido a todos os profissionais de saúde registados, a nível nacional, tanto para disponibilização de informação dos utentes nacionais como para atendimento de utentes estrangeiros.

 

Em Portugal, no cenário de País B (país de atendimento), prevê-se que a maior utilização do serviço seja nos serviços de urgência dos Hospitais, para estrangeiros de visita a Portugal. Em Portugal, no cenário de País A (país de afiliação), prevê-se quea maior utilização do serviço seja por estudantes, emigrantes ou turistas a diferentes países do espaço Europeu.

 

Portugal prevê também, como forma de promover o acesso ao Resumo Clínico e potenciar o impacto dos serviços epSOS, desenvolver e operacionalizar o serviço PAC (Patient Access to Patient Summary) que visa permitir que um utente Português possa obter o seu Resumo Clínico noutro idioma e assim, poder disponibilizá-lo ao profissional de saúde , no estrangeiro, sem acesso ao serviço epSOS Resumo Clímico. Prevê-se ainda a possibilidade de testar o serviço HCER (Healthcare Encounter Report), o qual permitirá o retorno da informação como: diagnósticos, tratamentos, etc. efetuados e registados além-fronteiras, como mecanismo potenciador da melhoria da prestação de cuidados de saúde através de um registo mais completo e atualizado sobre a informação de saúde do utente.